6 de fevereiro de 2011

Aulas de artesanato com recicláveis


Nesta terça-feira (08), reiniciam as aulas de artesanato com produtos recicláveis oferecidas pela Associação de Moradores da Praia da Costa (AMPC). As aulas acontecem duas vezes na semana , terças e quintas, e iniciam às 14h.
O objetivo é oportunizar aos moradores um momento de socialização e aprendizado, aproveitando também para incentivar o reaproveitamento de materiais que normalmente iriam para o lixo.
A atividade iniciou no ano passado e agora depois de um período de férias retorna. Venha participar e descobrir a artesã que há dentro de você. Quem não quiser participar das aulas pode colaborar doando garrafas Pet, jornais, caixas para serem utilizados nas aulas.
Lembrando que a Associação de Moradores da Praia da Costa está localizada na Rua Henrique Moscoso, 195, esquina com a Avenida Hugo Musso. Telefone: 33490559
Até mais!

27 de janeiro de 2011

Grupo criará política de resíduos sólidos



O governo federal tem até junho para elaborar proposta do Plano Nacional de Resíduos Sólidos que inclua metas de redução, reutilização, reciclagem de resíduos, aproveitamento energético e extinção de depósitos de lixo a céu aberto.

O plano será elaborado por grupo de técnicos e dirigentes de 12 ministérios, sob a coordenação do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

Segundo o MMA, a nomeação do grupo interministerial sairá até fevereiro, mesma época da instalação do comitê orientador para a implantação dos sistemas de logística reversa - formado pelos ministros do Meio Ambiente, da Saúde, Fazenda, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e da Agricultura.

O funcionamento do grupo e do comitê são fundamentais para induzir a implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos estabelecida em lei no ano passado. De acordo com a Lei 12.305/2010, além do nível federal, estados e municípios deverão elaborar seus planos para reaproveitamento, tratamento e eliminação de lixo orgânico e inorgânico. O prazo é até agosto de 2012.
As unidades da Federação que não tiverem essas políticas definidas até a data não poderão utilizar recursos da segunda edição do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) para o tratamento de resíduos. O programa terá cerca de R$ 1,5 bilhão, alocados pelos ministérios do Meio Ambiente e das Cidades.

Além da exigência de políticas locais, a lei determina que até agosto de 2014 nenhum resíduo sólido seja mandado para aterros sanitários, apenas o material orgânico para compostagem (utilizável como adubo) ou para geração de energia (gás). Até essa data, não poderão funcionar mais os depósitos de lixo a céu aberto (lixões).

Segundo Sérgio Gonçalves, diretor de Ambiente Urbano do MMA, o fim dos lixões depende da implantação completa da coleta seletiva em todos os 5.565 municípios brasileiros. Hoje, somente 900 municípios (menos de um quinto) têm alguma experiência de coleta seletiva. De acordo com André Vilhena, diretor-executivo do Compromisso Empresarial para Reciclagem (Cempre), menos de 10% dos municípios brasileiros estão “preparado para dar uma resposta imediata à lei”.

Para criar aterros sanitários, as cidades poderão fazer consórcios. Conforme Sérgio Gonçalves, a medida racionaliza o esforço dos municípios. No estado de Minas Gerais, por exemplo, que tem 890 municípios, será preciso que essas cidades se reúnam e criem cerca de 100 aterros para atender à lei.

Para André Vilhena, um dos aspectos mais importantes da legislação de resíduos sólidos é fazer os municípios mobilizarem os catadores de rua e, assim, cuidar do ambiente e gerar renda aos trabalhadores. “A participação dos catadores é que vai resolver a equação da logística reversa”, avaliou.

Segundo Vilhena, há cerca de 1 milhão de catadores no Brasil, sendo que de 25 mil a 30 mil trabalham em condições degradantes. Os indicadores mundiais estimam que 60% do lixo produzido nas cidades são de material orgânico e 40% de inorgânico (34% reaproveitáveis).

Fonte: Agência Brasil

19 de janeiro de 2011

Concurso Esculturas Urbanas

A Tetra Pak lançou o concurso Esculturas Urbanas para jovens universitários dos cursos de Artes Plásticas, Artes Visuais, Arquitetura, Desing Gráfico e Industrial. O objetivo é que sejam apresentados trabalhos feitos com as embalagens longa vida (resina plástica, pó de alumínio e/ou placas de material reciclado).
As incrições são gratuitas e estão abertas até o dia 31 de março. Os 15 melhores projetos serão produzidos e expostos em São Paulo, em agosto de 2011.
Informações acesse www.esculturasurbanas.com.br/site

Fonte: Coluna Em Casa - Zero Hora - 18.01.2011

Algodão Orgânico

Os bebês brasileiros agora podem ter em seu guarda roupa roupinhas de algodão orgânico colorido naturalmente. Trata-se da marca Britânica Natures Purest. Uma loja da empresa foi aberta no Shopping Higienópolis em São Paulo.
A empresa que está presente em 20 países, como Japão, Portugal, Hong Kong, Austrália, França e Espanha é produzido sem fertilizantes, pesticidas, metais pesados ou produtos químicos.

Fonte: Caderno Nosso Mundo Sustentável – Jornal Zero Hora

13 de janeiro de 2011

Estou viajando

Estou no Rio Grande do Sul e por isto um pouquinho afastada daqui. Já tive a notícia que minha cidade natal, Novo Hamburgo, onde comecei a aprender sobre reciclagem, na prática, não há mais coleta seletiva. Que triste! Que vergonha! Estes políticos ao contrário de manter as coisas boas já feitas, encerram, prejudicando toda a sociedade, tudo porque "não querem manter aquilo que outro partido fazia". Este é o Brasil!!!!!
Em breve retorno, contando as novidades descobertas por aqui.
Até mais!

8 de janeiro de 2011

Menos 5 bilhões de sacolas no Brasil


Recebi hoje o boletim de informações do Instituto Akatu e as novidades são tão boas que tenho que compartilhar aqui.
Segundo informações do Ministério do Meio Ambiente em 2010 houve uma redução no consumo de sacolas plásticas de 33%, o equivalente a 5 bilhões de sacolas descartáveis. A expectativa era reduzir 10% tendo como base o ano de 2009 quando foram produzidas 15 milhões de sacolas no país.
Reduzindo o consumo de sacolas reduze-se também o consumo de petróleo e por consequência a emissão de gases de efeito estufa que causam o aquecimento global bem como o volume de lixo nos aterros.
De acordo com informações do Ministério do Meio Ambiente a mobilização de várias entidades, a campanha Saco é um Saco, e ações de alguns governos municipais que aprovaram leis proibindo o uso das sacolas, colaboraram para este resultado.
A nova meta até 2014 é reduzir 40% do consumo deste tipo de material.
Cada um tem que fazer a sua parte.

Até mais!

Fonte: www.akatu.com.br